domingo, 22 de abril de 2012

Trilhas Culturais: Segunda Temporada!


           O Trilhas Culturais nasceu do desejo dos/as jovens pesquisadores/as, pertencentes ao Núcleo de Pesquisa em Estudos Culturais, em debater temas importantes para a sociedade, através de textos fílmicos, os quais dialogam, de algum modo, com os estudos culturais, e compartilhar suas experiências acadêmicas e pesquisas. Quizenalmente são realizados esses encontros, geralmente aos sábados à tarde. A mola propulsora é sempre um filme, do qual é possível repensar e resignificar a sociedade que vivemos. A análise de filmes, documentários, dentre outros textos, tem contribuído para que possamos compreender um pouco mais acerca de fenômenos socioculturais, econômicos, políticos e históricos que nos cercam na atualidade, nos inquietando e nos mostrando outras formas de lutas e resistências.


            Em 14 de abril de 2012 aconteceu o 1º encontro da segunda temporada do Trilhas Culturais, com a presença das pesquisadoras Luciana Reis, Luiza Lopes, Mayana Soares, Saoara Barbosa e Rai Trindade. Com certeza, um dos nossos encontros mais consistentes teoricamente, pois contamos com a apresentação e debate do texto de Renato Ortiz, Estudos Culturais, sob o comando da pesquisadora Saoara Barbosa, para que pudéssemos conhecer um pouco mais acerca daquilo que uni a todas/os: os estudos culturais.
Esta tendência, que vigora aqui no Brasil deste a década de 70, ainda tem muita resistência na academia, pois subverte os campos científicos delimitados e fechados em si mesmos, promovendo a multi e a transdisciplinaridade. Além de trabalhar com temas marginais, não tão bem quistos nos centros universitários. Sendo assim, os estudos culturais, que não se constituem em uma disciplina científica, mas numa tendência acadêmica, teórica e metodológica, tem em muito contribuído para agregar novos conhecimentos à humanidade.
Neste encontro do Trilhas, excepcionalmente, realizamos, após o debate sobre o texto de Ortiz, um link entre o texto estudado e nossas pesquisas, compreendendo melhor como elas se inserem neste campo do conhecimento. Como se trata de um núcleo multi e transdisciplinar, foram apresentadas duas pesquisas, a saber, das pesquisadoras Simone Borges (Historiadora e Cientista Social) e Luciana Reis (Comunicóloga), sobre Santo Antonio e o impacto da fé nos baianos e os modos de violências institucionalizadas no bairro do Engenho Velho da Federação, Salvador/BA, respectivamente.

sábado, 14 de abril de 2012

Divulgação EstOutros Cine Cena Unijorge

Banda EstOutros: Promoção Est'Outros Cine Cena Unijorge: PROMOÇÃO A Banda Est’outros abre o ano de 2012 com boas realizações. Uma delas é o Show Cênico Musical Essência que volta a cartaz em única...

sábado, 3 de março de 2012

Observatório registra 288 casos de discriminação no Carnaval

Durante os seis dias do Carnaval  em Salvador, 288 denúncias de casos de discriminação racial foram registradas pelos sete postos do Observatório da Discriminação Racial, Violência contra a Mulher e LGBT, implantados nos três circuitos oficiais da folia – Dodô, Osmar e Batatinha (Barra, Campo Grande e Pelourinho, respectivamente).  O Observatório é um órgão vinculado à Secretaria Municipal da Reparação (Semur).

O estudo revela que a cada dia da maior festa de rua do planeta, aproximadamente, 50 pessoas foram discriminadas em algum momento da folia, em um dos três circuitos oficiais. Além dos dados sobre racismo, o Observatório registrou, ainda, as denúncias de violência contra a mulher (188) e de homofobia (18 casos).

De acordo com o secretário municipal da Reparação Ailton Ferreira, os dados recolhidos pelo órgão possiblitam que determinados comportamentos sociais, que insistem em ser negados, possam ser revelados. “O racista não deixa de discriminar porque é Carnaval. Ele também veste abadá e vai para a rua. Por isso, o principal papel do Observatório é educar”, afirma Ailton Ferreira.

Denúncias
O número de denúncias aumenta a cada ano. Em 2011, foram registradas no Observatório 237 casos, 51 a menos que este ano, uma diferença de 21,5%. No Ministério Público da Bahia, entre os anos de 1998 e 2011, foram registrados 836 casos de injúria racista e de racismo.

Coordenador nacional da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Jerônimo Júnior, acredita que o aumento das denúncias é reflexo da conscientização da população: "O Carnaval é reflexo da sociedade. Por isso consideramos que não houve aumento, mas sim a percepção de uma realidade existente, pois a formação de nossa sociedade é racista",  explica o  Jerônimo.

As informações são do jornal A Tarde | Maíra Azevedo

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais uma do nosso ranking na educação

Nossa educação vai muito mal das pernas, dos braços, cotovelos!! Se considerarmos ainda que, segundo o jornalismo da Band, somos o pior estado no quesito analfabetismo, então...
Do A Tarde: Enade reprova 46 instituições de ensino superior na Bahia. Confiram aí a matéria
Para apimentar as discussões, segue o link do blog de Simone Borges:
http://simonevivehistoria.blogspot.com/2011/11/sera-que-minha-crise-tem-haver-com.html